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Após ataques, EUA debatem se professores devem dar aulas armados

Foto: Faster/Divulgação

Após terceiro tiroteio em uma escola dos Estados Unidos em 48 horas e o 11º desde o início do ano, a pauta do dia dos jornais se reacendeu no debate sobre possíveis soluções para o problema, como capacitar professores para reagir em situações desse tipo – o que já tem sido adotado em alguns Estados do país.

A multiplicação de iniciativas para armar professores e funcionários de escolas é desde 2012, quando um tiroteio aconteceu na escola primária de Sandy Hook, em Connecticut, em que vinte crianças e 6 professores morreram.

Nesta última terça-feira (23), dois estudantes morrerem e 14 ficarem feridos quando um colega de classe atirou do lado de fora de uma escola em Benton, no Estado do Kentucky. As vítimas foram Bailey Holt e Preston Cope, ambos de 15 anos. Um adolescente da mesma idade foi preso e acusado pelo ataque.

O senador republicano Steve West apresentou um projeto de lei que permitiria às escolas do Kentucky contarem com patrulhas de segurança armadas.

E há um número crescente de políticos americanos que têm proposto novas leis que visam aumentar o número de armas de fogo nas escolas e em prédios públicos, além de armar professores e funcionários das escolas como meios de defesa.

A lei americana sobre porte de armas

O direito ao porte individual de armas é garantido pela Constituição americana desde o século 18. Para armas curtas, as leis vão desde a regulamentação do registro (Havaí, Califórnia, Nova York e Washington, D.C.) até a proibição de que seja adotada lei sobre o assunto (Arizona, Colorado, Arkansas, Idaho, Dakota do Sul, Vermont, Rhode Island e Flórida). No caso de armas longas, apenas o Havaí e Washington, D.C. exigem registro.

 

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