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Planos de saúde ocupam topo do ranking de reclamações

Foto: divulgação

De acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as principais queixas são relacionadas a reajustes, negativa de cobertura e descredenciamento de clínicas e hospitais.

Os problemas com planos de saúde estão no topo da lista de reclamações mais recente. Pelo sexto ano consecutivo, os Planos de Saúde ocuparam a primeira posição com 23,4% dos registros, seguido por Produtos (17,8%), Serviços Financeiros (16,7%) e Telecomunicações (15,8%).

Os dados são relativos ao ano de 2017, quando o Idec registrou, ao todo, 6.583 atendimentos. No caso dos planos de saúde, as três principais preocupações foram relativas à negativa de cobertura, reajuste e descredenciamento de clínicas e hospitais.

Segundo o Idec todos os segmentos apontados no ranking são regulados por órgão federais, com exceção de Produtos. “No contexto da crise, o consumidor está mais preocupado em manter a assistência médica. A questão do reajuste está diretamente envolvida com a sua permanência ou não no plano”, completa.

IDOSOS SÃO OS QUE MAIS SOFREM

Com base no Estatuto do Idoso, desde 1º de janeiro de 2004, a variação no preço dos contratos com base na idade só é permitida até os 59 anos. Entretanto, aumentos abusivos na mensalidade dos planos de saúde não são raros, sobretudo, para os beneficiários idosos.

O alerta é feito pelo o advogado especialista em Direito da Saúde da Serejo Borges Advogados, Túlio Borges. “Os planos tendem a aumentar abruptamente quando está com 59 anos, porque depois dos 60 o consumidor está protegido. A lei dos idosos é muito protetiva, e os planos não querem ser enquadrados como se estivessem discriminando os idosos”, explica.

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