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Fachin autoriza abertura de inquérito contra políticos do MDB

O relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, autorizou a abertura de inquérito contra políticos do MDB no Senado.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) quer investigar a doação de R$ 40 milhões, pelo frigorífico JBS, ao partido.
As investigações devem envolver os senadores emedebistas Renan Calheiros, Jader Barbalho, Romero Jucá, Eunício Oliveira, Eduardo Braga, Edison Lobão, Valdir Raupp, Roberto Requião, e o ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo.
O pedido de abertura de investigação foi feito pela PGR, que se baseou nos depoimentos de delação premiada do ex-diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobras, Sérgio Machado, e do executivo do grupo J&F Ricardo Saud.
Em um depoimento, Sérgio Machado disse que foi o PT quem pediu ao grupo JBS que fizesse as doações ao MDB.
Em nota, o MDB repudiou o que chamou de mais uma tentativa de criminalização da política, pediu rapidez na conclusão do inquérito e disse que, ao final, a verdade será restabelecida.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira, classificou de falsa e caluniosa a afirmação dos delatores, e disse que nunca recebeu doações de Sérgio Machado ou do PT.
O senador Renan Calheiros negou o recebimento de caixa 2 ou vantagens indevidas e afirmou que o inquérito será arquivado por falta de provas. Ele acrescentou que as doações foram legais e declaradas na prestação de contas.
O senador Eduardo Braga também informou que as doações de campanha foram declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral e disse confiar na investigação da Polícia Federal.
A defesa de Edison Lobão declarou que não se preocupa com as delações em massa que não fazem provas e que serão questionadas pelo Judiciário.

 

Da Agência Brasil

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