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Quando o amor vira doença; VIVA BEM falou sobre o assunto nesta segunda (18)

Elas têm uma característica em comum, o vazio. O que mais temem é a rejeição e o abandono. As mulheres que amam demais têm uma dependência afetiva que as consome e destrói lentamente, chegando ao estado de não conseguirem mais ter amor próprio, respeito e autoestima. Para falar sobre o assunto, o VIVA BEM convidou o psicólogo Elídio Almeida.

Essa obsessão no relacionamento pode levar a mulher a um quadro de distúrbio grave, conhecido como Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Segundo dados da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP), acredita-se que a doença atinja de 1% a 6% da população mundial, sendo mais comum em mulheres. O borderline é um transtorno mental caracterizado por humor, comportamentos e relacionamentos instáveis.

Para Elídio Almeida, a insegurança é a raíz do problema e ressalta a importância de um tratamento.

É a insegurança que está na raíz de todos esses problemas. A mulher em função dessa insegurança comete loucuras. Ela não tem segurança em suas atitudes. Então, isso é algo que destrói muitos relacionamentos e precisa ser tratado.

Ele ainda falou sobre a importância da autorreflexão dentro da relação.

A gente precisa saber reconhecer os limites e entender que qualquer relação precisa de um equilíbrio. Então, se as coisas estão descompensadas, se há um gasto de energia muito grande para se manter aquele relacionamento, se a pessoa anda dando mais do que costuma receber, é sinal de que as coisas não estão mais equilibradas e esse relação precisa de ajustes.

O psicólogo ainda abordou a importância da conversa dentro do relacionamento e da busca por profissionais e terapias que auxiliem homens e mulheres a buscarem a harmonia. Para conferir a entrevista completa desta segunda-feira (18), clique aqui.

O VIVA BEM vai ao ar de segunda à sexta-feira, às 16h, na Rádio Sociedade da Bahia. Você também pode participar do nosso programa pelo Facebook e Instagram: @radiosociedadedabahia. Faça a sua pergunta através do telefone (71) 3486 3201 ou pelo WhatsApp (71) 9 9289 2732.

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