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Rui Costa evita comentar operação que resultou em morte de miliciano

Foto: Luiz Felipe Fernandez/bahia.ba

Um dia após Adriano Magalhães de Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, morrer durante confronto com policiais militares na manhã do último domingo (9), em Esplanada (BA), o governador Rui Costa (PT) se esquivou do assunto durante a discurso na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

A ação policial foi alvo de críticas, segundo nota da PM, Adriano era um dos suspeitos do assassinato da vereadora Marielle Franco.

“Eu não quero falar disso porque isso é operação policial. Eu não sou policial, sou governador da Bahia. Eu não comento e normalmente a imprensa não me pergunta sobre operações policiais. Quem deve falar sobre isso é o Ministério Público do Rio de Janeiro, que solicitou apoio militar, o Ministério Público daqui, que estava acompanhando, e as duas polícias. Polícia Civil do Rio e Polícia Civil da Bahia. E o secretário de Segurança (da Bahia, Maurício Barbosa)”, afirmou o governador durante a comemoração de 40 anos do PT, nesta segunda (10).

Segundo a polícia, no esconderijo onde o miliciano foi morto, foram encontrados 13 celulares e quatro armas. Informações também apontam que Adriano de Nóbrega suspeitava ser parte de um plano de “queima de arquivo” contra ele, que era ex-policial militar. O secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa negou a suposta ligação.

“Eu não entro nisso. Não sei detalhes, não estava participando da história. Então não vou ficar aqui especulando sobre essa coisa que é muito séria, que envolve ação de profissionais da área de Segurança com criminosos e bandidos que mataram muitas pessoas e ameaçavam tantas outras. Isso aí cabe às forças de Segurança e ao Ministério Público. Eles têm mais condições de falar do que eu”, finalizou Rui Costa.

Foto: Luiz Felipe Fernandez/bahia.ba

    
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