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Bahia Notícias

MP lança aplicativo para mapear casos de racismo na Bahia

No próxima segunda feira (19), o Ministério Publico da Bahia vai lançar o aplicativo ‘Mapa do Racismo’, que tem como objetivo ajudar as pessoas a identificar casos de racismo e possibilitar o registro de denúncias anônimas de discriminação racial, intolerância religiosa, injúria racial e racismo institucional. Será possível enviar fotos, áudios, textos, vídeos e digitalizar documentos.

O ‘Mapa’ é uma iniciativa do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gedhdis), coordenado pela promotora de Justiça Lívia Vaz, e do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (Caodh), coordenado pela promotora de Justiça Márcia Teixeira.

O lançamento será realizado na sede do MP no CAB, em Salvador, a partir das 9h.  Também no dia 19, será lançada a campanha publicitária ‘Racismo não se discute, se combate’, com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância do enfrentamento ao racismo e para estimular os cidadãos baianos a baixarem o aplicativo. Em todo o estado, até o final de novembro, serão veiculados spots de rádio, outdoors, além da publicação de vídeo e outras peças nas mídias sociais online do MP.
Atuação estratégica
O ‘Mapa do Racismo’ possibilitará o georreferenciamento dos casos de racismo e disponibilizará ao público os dados estatísticos dos registros por município. “A gente vai poder, a partir desses dados georreferenciados, orientar a atuação ministerial. Se for constatado que em determinada comarca, ou região, há maior incidência, por exemplo, de intolerância religiosa, poderemos focar em um trabalho preventivo do MP nessa cidade”, afirmou Lívia Vaz. Ela destacou também que o usuário do aplicativo poderá ter acesso fácil a notícias e outros materiais informativos e educacionais sobre racismo.

As denúncias contra casos de racismo, além do aplicativo, podem ser feitas também no Ministério Público do Estado da Bahia, Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos, Secretaria Municipal da Reparação ou pela promotoria de justiça da cidade

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