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“Não podemos dar garantias que não temos condição de executar”, declarou o ministro Paulo Guedes

O ministro da Economia Paulo Guedes criticou a proposta do Congresso de criar fundo de compensação para estados e municípios durante evento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), realizado ontem (14) e apontou medida como imprudente.

A primeira etapa da reforma tributária encaminhada pelo ministro ao Congresso Nacional prevê a unificação do PIS/PASEP e COFINS (incidente sobre a receita, folha de pagamento, importação e receitas), e elaboração de um novo tributo sobre o valor agregado, batizado na proposta como Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) e estipula uma alíquota de 12%, que segundo o ministro, elevaria a arrecadação federal em cerca de 50 bilhões. Este é o ponto central da reforma tributária, mas o Congresso estuda simplificação dos impostos estaduais e municipais também.

Ainda de acordo com Guedes, a medida tem como objetivo melhorar a eficiência na arrecadação de impostos e ajudar o equilíbrio do quadro fiscal, em meio as despesas públicas contraídas durante a pandemia do coronavírus.

‘’Acabamos de aumentar 10% a nossa relação dívida/PIB. Se nós anunciarmos que estamos criando mais fundos para garantir recursos, o Brasil terá dramáticos problemas de sustentabilidade fiscal. A União pode quebrar e vai faltar dinheiro para todo mundo, vamos entrar em rota de implosão fiscal’’, declarou Guedes.

Foto: Reprodução

    
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