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“A Coelba não investe 10% do valor que deveria investir”, pontua deputado ao falar da CPI

O deputado estadual Tum (PSC), autor do requerimento que criou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Coelba, disse que a empresa tem se negado a fazer investimentos que são necessários para que os cidadãos tenham um bom atendimento.

Em uma decisão publicada na edição da última quinta-feira (18) do Diário Oficial do Legislativo, a Procuradoria-Geral da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) autorizou o pedido de instalação da CPI da Coelba. Com isso, a comissão começa a ser instalada já nesta semana.

“A partir do momento que a Coelba não investe na manutenção da rede e na troca de postes existe mais queda de energia. Essa queda é decorrente da falta de investimentos que a Coelba não vem realizando nessa concessão que venceu no ano de 1998. De lá para cá, a Bahia cresceu muito e a Coelba não investe 10% do valor que ela deveria investir. E as consequências disso são as quedas de energia e os apagões. Se ela não investe, também não tem o direito de aumentar a tarifa, além das multas que são aplicadas e das cobranças indevidas”, explicou TUM em entrevista à Rádio Sociedade nesta segunda-feira (22).

De acordo com o parlamentar, a Coelba está em primeiro lugar no ranking de reclamações do consumidor. “Lá no Procon, a primeira colocada em reclamações é a Coelba, porque ela terceiriza o atendimento dela. O cidadão quer fazer uma reclamação e ninguém consegue, ninguém consegue ter um retorno. São muitos absurdos! E isso não é só em Salvador, é do Norte ao extremo Sul da Bahia”, afirmou. “Problema com a Coelba é o exemplo da privatização que não deu certo. Ela não está conseguindo fornecer a energia. É uma operadora de energia que não está conseguindo oferecer energia. E esse atendimento, esse serviço, está sendo de péssima qualidade”, completou.

TUM disse ainda que quarenta deputados apoiaram a CPI. “A CPI é apartidária, ela não tem lado político. Então, todos os deputados da assembleia sabem dos problemas que a Coelba vem causando aos baianos. A assembleia em peso assinou. Já que foi publicada na sexta-feira a aprovação da CPI, hoje será a reunião dos membros que vão fazer parte para que a gente, a partir de agora, inicie as tratativas e as audiências públicas. E partir daí, é um prazo de 180 dias, ou seja, de 90 dias prorrogado por mais 90, em que a gente espera que a Coelba se explique e respeite o povo da Bahia”, disse TUM, que finalizou falando que a comissão será formada por oito membros, quatro deles indicados pelo grupo da oposição.

Foto: Divulgação / Alba

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