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“A luz amarela está acesa”, declarou Leo Prates sobre taxa de ocupação dos leitos de UTI

O secretário municipal de saúde, Leo Prates, esclareceu em entrevista concedida nesta segunda-feira (23), dúvidas sobre a reabetura dos leitos de UTI destinados aos pacientes contaminados pela Covid-19.

Na ocasião, ele informou que a decisão de desativação do hospital de campanha do Wet’n Wild se deu por conta do alto custo de manutenção do equipamento e reforçou apelo à sociedade sobre os cuidados de enfrentamento ao novo coronavírus.

“Havia uma baixa utilização. Um hopsital deste custa em média cinco milhões de reais. Nós somos um estado pobre e não havia sentido a gente colocar estes leitos à disposição da população, se não havia utilização. Dentro do crescimento nós estávamos com 30 leitos de reserva, justamente para esta fase, e tem o hospital da Arena Fonte Nova, que está lá de stand-by”, acrescentou.

Ainda de acordo com Leo Prates, Salvador não tem sofrido com os problemas enfrentados por diversas outras cidades do Brasil, em virtude, de um trabalho coletivo eficiente entre Prefeitura e Estado.

“Eu conversava com o governador Rui Costa e o prefeito ACM Neto, que nós estamos pagando muito pelo bom trabalho que nós fizemos. Aqui você não viu enterros em covas coletivas, aqui você não viu os corredores dos hospitais cheios como em outras cidades, não está vendo a falta de vagas, graças ao bom Deus, nós conseguimos ofertar atendimento a todo mundo”, relatou.

“A luz amarela está acesa, mas estamos focados em salvar a vida das pessoas, mas a gente quer salvar os empregos também. E para isso a gente precisa da colaboração das pessoas, para que não haja retrocesso [a volta da adoção de medidas restritivas], como aconteceu em Lisboa, aconteceu em Madrid e está acontecendo em várias cidades do mundo (…) a prioridade nossa é salvar a vida das pessoas”, finalizou Prates.

Foto: Max Haack|Secom