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“A operação persiste, queremos resgatar de forma definitiva a paz da localidade do Nordeste de Amaralina”, afirma Coronel Manoel Xavier

A operação de ocupação no Complexo do Nordeste de Amaralina com o objetivo de combater facção criminosa atuante na região, feita em conjunto entre a Policia Militar e Civil, envolvendo cerca de 700 agentes, iniciada no início da manhã de ontem (2), continua nesta quinta-feira (3).

Em entrevista exclusiva para o programa Sociedade Urgente, da Rádio Sociedade da Bahia, o comandante do Policiamento na Região Integrada de Segurança Pública (Risp) Atlântico, coronel Manoel Xavier, onde afirmou que a ação policial na região não tem data para acabar, podendo acabar a qualquer momento, assim que os indicadores colocados como meta sejam atingidos.

“A operação continua, não tem prazo, mas pode ser encerrada a qualquer momento, dependendo dos indicadores que estabelecemos como meta, estamos alcançando mais rápido que imaginávamos, a operação é um sucesso, a gente atribui isso ao planejamento que foi feito, e principalmente a população que aderiu a operação de forma voluntária, recebemos informações importantes, a população tem sido muito solidaria nesse aspecto, facilitando bastante o nosso trabalho. Não a tempo para acabar a operação, não a prazo, a operação persiste, onde queremos resgatar de forma definitiva a paz da localidade do Nordeste de Amaralina”, explicou.  

Ainda de acordo com o Coronel Xavier, que a operação que tem como intuito combater o intenso tráfico de drogas na localidade, é uma resposta as várias ocorrências enfrentamento e emboscadas a guarnições da polícia, além dos rumores da possível atuação de uma organização criminosa de um outro estado no bairro.

“Alguns elementos foram importantes para decisão da Secretaria de Segurança Pública na realização dessa operação, a gente reconhece os rumores da possível ingerência de uma organização de um outro estado, reconhecemos que é possível que tenha, apesar de não está confirmado, observamos também uma mudança na forma de atuação dos marginais do Complexo do Nordeste de Amaralina, principalmente no deslocamento desses marginais dentro dos complexos, eles fazem o chamado “bonde”, temos imagens feitas ao longo do período, eles se deslocam de forma “técnica”, com incursão” afirmou.

“Isso nos chamou muita atenção, também o intenso tráfico de drogas e por fim as ocorrências envolvendo as guarnições nossas, foram várias ocorrências durante esse ano, muitas ocorrências de enfrentamento, emboscadas, fora sete policias nossos que foram acidentados, atingidos por trocas de tiros. A população também influencia muito, diante do aumento do número de denúncias de crimes que são cometidos na região, a exemplo de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, corrupção de menores, então não havia outra forma, é assim que a polícia da Bahia atua, não é a primeira operação, é a maior, mas não é a primeira”, completou o comandante da Risp.

Com a ação, os ônibus não estão acessando circulando na localidade até que a situação seja normalizada. A orientação inicial é que a parada destes coletivos aconteça na Rua do Canal, Rio Vermelho e no Parque da Cidade, região do Itaigara.

“Por questões de precaução os ônibus ainda não estão circulando no complexo do Nordeste de Amaralina, porém apenas por esse motivo, já que a operação ainda está em cursos, então por essa situação delicada no momento as atividades ainda não foram retomadas na região”, afirmou Fabio Primo, Presidente em exercício do Sindicato dos Rodoviários da Bahia, durante entrevista exclusiva para o Sociedadeonline.com.

Foto: Reprodução.


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