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“A vacina hoje é o bem de consumo mais desejado do mundo”, diz Bruno Reis

Em entrevista concedida à Rádio Sociedade esta manhã (20), o prefeito Bruno Reis relatou sobre o processo de vacinação em Salvador que foi iniciado ontem (19).

De acordo com o prefeito, Salvador recebeu cerca de 42 mil doses da vacina, o que não será suficiente nem mesmo para imunizar a primeira fase.

“Pra primeira fase, seriam 168 mil. Considerando que são duas doses, nós temos que multiplicar este número por dois e pra Salvador só vieram 42 mil”, disse.

Ele ressaltou também que os trabalhadores da saúde não é somente médico e enfermeiro, mas todos que trabalham em unidade de saúde.

“Trabalhadores de saúde não é só médico e enfermeiro. É o porteiro, a auxiliar de serviços gerais, recepcionista, telefonista, técnico de enfermagem (…) Então, são 103 mil (doses) na cidade e 65 mil idosos nessa situação na nossa cidade”, ressaltou

Quando questionado como está funcionando a estratégia de retenção das doses, ele disse que será aplicada apenas metade do que foi recebido.

“A gente tem que reter 50% porque a gente não tem a certeza se em 14 dias chega mais vacinas, pra garantir o reforço. Porque depois de 14 dias tem que fazer o reforço. Se você não fizer, a vacina não tem eficácia”, informou.

Por conta da falta de quantidade suficiente, o prefeito informou que estão sendo imunizados apenas quem está na linha de frente. 

“Iniciamos ontem o processo de vacinação de 21 mil pessoas. Aí estabelecemos uma prioridade dentro desta primeira fase. Quais são essas prioridades? Os trabalhadores que estão na linha de frente do enfrentamento a Covid: Samu, Upas, os gripários, hospitais de campanha e hospitais públicos e estaduais e idosos que estão em asilo. É a prioridade da prioridade”, disse.

Com relação aos investimentos na saúde realizados pela prefeitura, Bruno informou que até o valor ultrapassa quase 400 milhões do que deveria e a pandemia é um fator contribuinte. O prefeito informou ainda que apesar de possuir verbas para compra das vacinas vem tendo dificuldades para adquirir.

“A vacina hoje é o bem de consumo mais desejado do mundo (…) Se eu tivesse as 3 milhões de doses, em 30 dias vacinava toda a cidade e nos outros 30 dias repetia. Em 60 dias a gente estava com o problema resolvido. Mas não tem a vacina. E qual a previsão da vacina? O governo Federal não dá”, concluiu.

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