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ACM Neto atribui problemas de educação e criminalidade a governo estadual: “Marcas deixadas pelo PT”

Pensando na candidatura a governador da Bahia, o ex-prefeito de Salvador e presidente do Democratas, ACM Neto, não deixou de falar dos problemas que mais afligem a população baiana atualmente. Destacando sua dedicação à visitas ao interior do estado, para conhecer melhor o cenário que pretende enfrentar, o democrata citou a educação como uma de suas prioridades, caso seja governador, e não deixou de alfinetar o atual o governo baiano, comandado pelo petista Rui Costa.

Em entrevista ocorrida na manhã desta terça-feira (13), ao programa Sociedade Urgente, da Rádio Sociedade, além de falar da baixa no setor econômico baiano, Neto afirmou que “a mais dramática de todas as situações é a educação”. “Não é possível que depois de 16 anos de governo do PT a Bahia ocupe os piores lugares do Brasil na avaliação da qualidade da educação. O ensino médio da Bahia, que é, principalmente, responsabilidade do Governo do Estado, ocupa a 25ª posição do Brasil, ou seja, nós somos o penúltimo pior do Brasil em termos de qualidade da educação do ensino médio”. Em meio à revolta, o político ainda declarou que já está “traçando um plano completo para a educação”.

Questionado sobre as guerras entre facções criminosas que assombram moradores de Salvador, o ex-prefeito diz acompanhar a situação “com pesar e muita preocupação”. Ele ainda atribui o aumento da criminalidade ao partido de Rui Costa.

“Veja que existe, às vezes, uma inversão. Lugares onde o crime organizado tomou conta e a polícia não entra, lugares, territórios onde o comandante é o bandido. Está errado, tem que se fazer um trabalho de planejamento, inteligência e investimento em recursos públicos para aparelhar, equipar, ter mais pessoal, com curso pesado para a polícia, apoio ao trabalho da polícia. Eu acho que essa é uma das marcas deixadas pelo PT, e as pessoas vivem isso, sobretudo quem mora na periferia, que mora em bairros onde o tráfico tem uma presença muito forte”, diz o democrata.

“Eu vejo muito discurso de que o problema da violência é um problema nacional, em parte é verdade, mas cada estado pode fazer o seu próprio esforço e a gente não vê esse esforço aqui (…) não vou criticar tudo, tem coisas desses anos de governo do PT que são boas, que devem ser preservadas, mas na questão da segurança, eles vêm perdendo essa batalha e a gente tem que virar esse jogo”, completou.

Foto: Max Haack/Secom PMS/Paulo Fróes/GOVBA

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