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ACM Neto projeta seu destino político após deixar prefeitura de Salvador

O prefeito de Salvador, ACM Neto, falou nesta terça-feira (20), sobre as suas pretensões políticas após deixar a chefia do poder municipal em dezembro desde ano. Ele revelou em entrevista à repórter Adriana Planzo da Rádio Sociedade, que vai atualizar os estudos e será o articulador político do Democratas nacional.

“Logo depois que deixar a prefeitura desejo dedicar um tempo a estudos. Hoje com a tecnologia do estudo à distância dá para fazer, mesmo não estado presente fisicamente. Vou fazer o que sempre fiz na minha vida: trabalhar muito”, afirmou o líder nacional do Democratas.

Este trabalho árduo do cacique do Democratas deve ter como foco as eleições para as presidências da Câmara Federal e do Senado, que acontecem em fevereiro de 2021. Fontes ligadas ao Sociedade Online, que transitam pelos bastidores políticos em Brasília, garantem que Neto, que preside a executiva nacional da sigla, está se articulando visando as eleições das duas casas, que atualmente estão sob o comando, respectivamente, do deputado federal Rodrigo Maia e senador David Alcolumbre, ambos filiados ao Democratas. Ao ser questionado sobre este cenário, Neto preferiu desconversar.

“Em relação à eleição da câmara e do senado, a gente realmente não está tratando deste assunto. Hoje o nosso foco na pauta política é a eleição municipal. O Democratas está bem posicionado em diversas disputas em todo o Brasil, e a gente acredita que haverá uma grande vitória”, disse em tom firme. “Vou continuar presidindo o DEM Nacional. Vou, com certeza, ter um escritório político aqui em salvador, que deverá ser na sede do Democratas da Bahia. Já estou organizando isso e me preparando para, depois desses dois meses que temos nós temos ainda pela frente na prefeitura, começar a pensar em novos projetos”, completou.

A legislação brasileira proíbe a reeleição à presidência da câmara e do senado em uma mesma legislatura. Mas Rodrigo Maia, que assumiu a casa legislativa em julho de 2016 – após a saída do Eduardo Cunha – conseguiu o direito de participar das eleições e se reelegeu no segundo biênio após um parecer do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, que em decisão monocrática, incluiu mandatos-tampões nas regras de sucessão. Como essa decisão foi excepcional, atualmente um grupo de parlamentares articula uma proposta de emenda parlamentar, visando a legalidade para que tanto Maia quanto Alcolumbre concorram à reeleição.

Foto: Reprodução / Dep. Arthur Maia (DEM)

    
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