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Alerta: Crimes cibernéticos crescem durante a pandemia; saiba como evitar

Usar as mídias sociais muitas vezes requer um cuidado especial. Isto porque, os dados pessoais, fotos e políticas de privacidade dos usuários acabam ficando expostos, possibilitando um ataque cibernético.

Devido ao isolamento social por conta do coronavírus, o trabalho remoto e o uso da internet foram potencializado durante este período. Por esta razão, a população passou a resolver questões pessoais como: transações bancárias, pagamentos, compras de forma online para evitar sair de casa.

Com isso, o cibercrime, ou seja, crimes que são praticados de forma ilícita por meio de um computador na rede informacional de comunicação tecnológica acontece de forma simples e acessível. Ao encontrar uma brecha, os cibercriminosos aplicam os golpes utilizando principalmente vítimas com pouca experiência no mundo virtual.

De acordo com um levantamento realizado pela empresa de segurança cibernética industrial TI Safe, foi observado um aumento de 860% de tentativa de invasões hackers em empresas industriais no Brasil. Entre os crimes mais comuns realizados através de aplicativos de mensagens, redes sociais, e-mails ou sites, estão: Golpes bancários, softwares maliciosos, roubo de dados e disseminação de vírus.

Em entrevista ao Balanço Geral nesta segunda-feira (26), o advogado e especialista em crimes virtuais e cibernéticos, Leonardo Britto, explicou um pouco sobre como proceder quando passar por este tipo de golpe.

“O ideal é tomar as medidas de prevenção. Em alguns casos, após acontecer o golpe, a gente não consegue reverter. Então, é extremamente importante que o consumidor fique atento e veja a veracidade das informações, pesquise, olhe o boleto que geralmente o beneficiário é uma terceira pessoa e não o próprio site”, alertou.

Segundo ele, cerca de 50% dos casos não é possível recuperar a situação do usuário, já que muitas vezes os cibercriminosos abrem uma empresa falsa somente para praticar o crime e depois encerram as atividades.

Em tempo, o especialista também comentou sobre uma prática bastante disseminada nas redes sociais e que também é considerado um crime: a cultura dos haters.

 “Haters são usuários odiadores que miram em um assunto específico na internet e começam a destilar comentários negativos que em sua maioria são ofensivos. Geralmente os haters não agem sozinho, eles têm uma rede. É importante salvar o contato e RL do perfil porque com todos os detalhes da ofensa proferida, é possível tomar as medidas iniciais cabíveis: prestar uma queixa de crime contra honra ou de danos morais”, disse.

Foto: Marcello Casal Jr

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