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Após três dias, Witzel diz que morte de Ágatha foi ‘fato isolado’

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), se manifestou três dias após a morte da menina Ágatha Félix, de oito anos, baleada dentro de uma kombi no Complexo do Alemão, na capital fluminense. Em uma entrevista coletiva, ele disse estar abalado pelo crime por “também ser pai”, mas afirmou que a morte foi um fato isolado.

“Eu também sou pai, mas não posso dizer aqui que sei o tamanho da dor que os pais da menina Ágatha estão sentindo. Mas sei que jamais gostaria de passar por um momento como esse. Presto a minha solidariedade aos pais e aos familiares, que Deus a receba, um anjo que se foi e certamente deixará saudade. Ela deixou planos e projetos para os seus pais que com elas não se realizarão mais”, declarou.

Witzel fez ainda comentários sobre as operações policiais no Rio e declarou estar “satisfeito” com os resultados. Ele ainda aproveitou para criticar usuários de drogas. “Aqueles que usam substâncias entorpecentes de forma recreativa, façam uma reflexão. Vocês são responsáveis pela morte da menina Ágatha: vocês que usam maconha e cocaína e dão dinheiro para genocidas”, afirmou.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

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