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Bahia é um dos estados que imunizaram adolescentes com vacinas não recomendadas pela Anvisa

Durante coletiva realizada nesta quinta-feira (16), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esclareceu os motivos da revisão do plano que permitiria a imunização de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidade. Ele ressaltou que mesmo antes do aval federal, cidades de todos os estados vacinaram jovens e muitos deles tomaram imunizantes ainda não aprovados para esse subgrupo.

Na Bahia, 101.033 adolescentes sem doenças prévias receberam doses contra a Covid-19. Desses, 834 foram imunizados com Coronavac, 620 com Oxford/Atrazeneca e 16 com a Janssen, todas ainda sem aprovação de Anvisa (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) para jovens. Até agora são 3,5 mil meninos e meninas imunizados, com São Paulo na primeira posição, seguido pelo Rio de Janeiro e Maranhão. A Bahia ficou na nona posição.

A secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, e o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, destacaram que, ao contrário da Bahia, 93% dos 3.538.052 adolescentes imunizados receberam doses inadequadas.

Além disso, nove foram vacinados com três doses. Os casos, de acordo com a secretária, estão sendo investigados. Entre os imunizados, 1.545 apresentaram efeitos adversos, incluindo os que receberam vacinas não recomendadas. Em São Paulo, houve 26 eventos adversos não graves e sete graves.

Caso São Bernardo do Campo

Após as especulações de que uma jovem de São Bernardo do Campo, em São Paulo, teria vindo a óbito depois de ser vacinada, também foi esclarecido que o caso está sendo investigado, mas não há evidências de que a adolescente tenha morrido por efeito da vacina.

“Não está estabelecido nexo de causalidade, se isso ficar estabelecido, vamos falar, sem problemas. Imunizamos mais de 210 milhões de pessoas, infelizmente, vacinas podem ter efeitos adversos, mas se colocar na balança benefícios e efeitos adversos, o benefício da vacinação é inconteste”, garantiu Marcelo Queiroga.

O que fazem adolescentes, sem comorbidade, que já foram vacinados

Queiroga recomendou que adolescentes de 12 a 17 anos, sem comorbidade, que já se vacinaram, não tomem a segunda dose, já que ainda não há comprovação científica de que a vacina é recomendada para eles. O ministro deixou claro que a imunização para esse público ainda não estava prevista.

Já os jovens da mesma faixa etária que possuam comorbidade, deficiência permanente ou que estejam em privação de liberdade, podem tomar a vacina ou completar o ciclo vacinal.

Foto: Reprodução/Youtube

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