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Bahia: Setor da construção civil tem aumento de 41% no número de lançamentos de imóveis e 31% nas vendas

O mercado da construção civil possui um papel importante na geração de emprego, renda e investimento. Na Bahia, o seguimento econômico além de melhorar a qualidade de vida, também desempenha um papel importante na inclusão e desenvolvimento social.

Apesar do momento de pandemia, o crescimento no número de compra e lançamento de imóveis crescer de forma elevada. De acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia – (ADEMI-BA), no 1º trimestre de 2021, houve um aumento de 41%, no número de lançamentos o estado baiano e 31% nas vendas.

Completando 46 anos este mês, a ADEMI-BA, é uma empresa sem fins lucrativos que agrega cerca de 80% das construtoras e incorporadas em atividades no estado. Tendo o diálogo com uma das principais características, a organização busca focar na comunicação para o crescimento dos negócios sem burocratização.

Em entrevista realizada na manhã desta segunda-feira (16) no Balanço Geral, o presidente da Ademi, Cláudio Cunha, o setor está passando por um reaquecimento econômico devido às taxas de juros mais baixas.

“A construção civil, na área da construção do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), onde as empresas vão ao banco contrair um financiamento ou empréstimo para construção, teve um reaquecimento. Nós tivemos algo bastante importante no setor que foi a redução da taxa de juros (…) Hoje, quem precisam de um financiamento imobiliário possui uma menor taxa de juros de qualquer tipo de crédito que esteja disponível no mercado”, disse.

De acordo com o presidente, o momento ainda é considerado uma zona neutra e expectativa é de que a inflação e taxa de juros possam estar sob controle, para que o valor não será repassado para os clientes.     

“A grande preocupação do mercado imobiliário é a taxa de juros, inflação e segurança jurídica. A gente precisa destes três pilares sempre equilibrados. O que a gente ainda continua acreditando é que esta inflação seja controlada, se a gente olhar pra taxa de previsão futura, a partir do ano que vem a inflação já será a inflação dentro da meta e podemos ter o controle das taxas de juros”, ressalta.

Ainda segundo Cunha, o aumento no preço dos insumos durante a pandemia, principalmente do aço, tem sido crucial e desafiador pro andamento do negócio. Ele informou que o preço dobrou e tem sido desafiador lidar com o aumento de preço.

“O que as empresas têm feito é tentar importar o material e fazer um trabalho junto ao governo Federal para tentar reduzir as taxas de importação (…) Temos um monopólio ainda muito grande no Brasil e infelizmente é um desafio e um problema porque sem concorrência não tem disputa de preço”, explicou.

Foto: André Borges/Agência Brasil


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