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Brasil tem 31,3 milhões sem água encanada e 11,6 milhões em casas ‘superlotadas’

Dentre as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para prevenir o contágio do novo coronavírus estão a higienização das mãos e evitar o contato com aglomerações. Mas, dentro da realidade brasileira, existem grandes desafios para seguir as recomendações de contenção: pobreza extrema, falta de saneamento básico e a precariedade das moradias.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2018 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 31,1 milhões de brasileiros (16% da população) não tem acesso a água fornecida pela rede geral de abastecimento, 74,2 milhões (37% da população) vivem em áreas sem rede de esgoto e  5,8 milhões não têm banheiro na sua residência.

11,6 milhões de brasileiros (5,6% da população) vivem em imóveis com mais de 3 moradores por dormitório e de acordo com a pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) de 2018, também do IBGE, 13,5 milhões de pessoas vivem na pobreza extrema (vivendo com até R$ 145 por mês).

O Nordeste concentra a maior parte da população sem fornecimento de água: são mais de 11 milhões de pessoas (37% de toda a população que não tem acesso à água). Já o Sudeste registra 7 milhões de pessoas sem água (21% de toda a população brasileira sem fornecimento de água) e mais de 10 milhões sem coleta de esgoto (14%).

A população que não tem banheiro em casa, 60% reside na Região Norte do país – são 3,5 milhões de pessoas nesta condição. No Nordeste, estão 1,9 milhão, no Sudeste cerca de 250 mil e no Sul 22 mil.

Foto: Reprodução

    
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