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Calvície feminina, implante e pandemia; especialista explica tratamento no combate a queda de cabelo

Caracterizada pela perda gradual de cabelo, através de fatores hereditários, a calvície é um mal, que assola uma grande parcela dos brasileiros,

Segundo dados da Sociedade Brasileira do Cabelo (SBC), cerca de 42 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença em 2019.

Alvo de mitos e dor de cabeça, literalmente, aos afetados pelo problema, a enfermidade ainda causa dúvidas em relação aos fatores que podem colaborar com o seu surgimento.

De acordo com a dermaticista Maria Hartmann, em entrevista ao programa Balanço Geral, na manhã desta segunda-feira (27), a pandemia de Covid-19 evidenciou a busca por tratamento no combate ao problema.

“Como as pessoas ficaram mais disponíveis, sem trabalhar, elas resolveram buscar mais tratamento. A calvície sofre um acréscimo por causa do estresse, isso é real”, explica.

 Calvície feminina

Assunto abordado em sua grande maioria pela perspectiva masculina, a calvície também é um problema que afeta as mulheres. Apesar de não muito comum, o tema exige atenção e possui um tratamento específico, revela a especialista. 

“O melhor tratamento, o mais eficaz, é a restauração das mitocôndrias. As mitocôndrias são organelas que temos no nosso organismo, que representam 80% do nosso coração e sangue, quando nascemos. Com o tempo, vamos perdendo essas mitocôndrias, porém, atualmente, já existem injeções de rejuvenescimento intramuscular”, aponta.

Ainda conforme a médica, além do combate a queda, as organelas celulares atuam no controle dos crescimento de fios brancos, fortalecimento das unhas, além de benefícios para a pele, dores no corpo e disposição.

Implantes fio a fio

Alternativa para quem está disposto a desembolsar um valor considerado alto para combater o problema, os implantes fio a fio, podem variar entre R$ 15 e 22 mil, segundo dados da Sociedade Internacional de Transplante Capilar.

Apesar do alto custo, a medida tem a sua eficácia garantida, em um processo parcial, segundo a especialista. “Sim, funciona. É retirado um carpaccio de pele, uma quantidade da nunca, conhecida como área doadora, normalmente localizado na nuca do paciente, com o seu próprio pelo. Depois o bulbo capilar é implantado no pelo, com a raiz”, conta.

Considerando as perdas do processo, a  profissional alerta que apenas 50% dos fios implantados durante o procedimento ficam efetivamente no couro cabeludo do operado.

Foto: iStock

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