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Candidatos à presidência da OAB-BA respondem perguntas durante debate na Rádio Sociedade

Realizado pela Rádio Sociedade na manhã desta quinta-feira (18), o segundo debate entre candidatos à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção da Bahia (OAB-Bahia), teve início às 7h e ao longo do processo eles estão respondendo perguntas de jornalistas e dos outros candidatos.

O programa está contando com a participação de dra. Ana Patrícia Dantas (OAB de coração), dra. Daniela Borges (União pela Advocacia), dr. Dinailton Oliveira (OAB pra Valer) e dr. Ricardo Nogueira (Liberta OAB) com a mediação da jornalista Silvana Oliveira.

Primeiro a ser sorteado para se apresentar, Dinailton reforçou que já presidiu a instituição. “É por isso que o slogan da minha campanha é OAB para valer. Uma ordem que acolha os advogados e defenda os interesses da advocacia sem outros interesses”, pontuou.

Em seguida, a candidata Ana Patrícia se apresentou e falou que tem ao seu lado advogados que estão na “linha de frente. “Advogados que não podem mais ser invisibilizados em razão de projetos pessoais e ambições de permanência de poder”, disse.

Logo depois, foi a vez de Ricardo Nogueira. Ele falou em “despartidarizar” e “desideologizar” a ordem. Salientou que, entre suas propostas está o apoio a advogados idosos e a redução do valor da anuidade. “A OAB não tem função arrecadatória”, afirmou.

Já Daniela Borges afirmou que sua chapa, encabeçada por duas mulheres, tem caráter histórico. A candidata descreveu a chapa como “representativa e plural”. “A união pela advocacia é um convite para que os colegas se unam em torno de uma nova advocacia baiana – que vive, sim, desafios”, completou.

Ana Patrícia e Daniela Borges ganham direitos de repostas durante debate

As advogadas Ana Patrícia e Daniela Borges tiveram direitos de respostas concedidos durante o debate. A primeira por ter sido chamada de “despreparada” pela concorrente durante uma pergunta. “Prefiro acreditar que sua postura de desrespeito a mim é fruto de nervosismo e insegurança de um processo eleitoral. Jamais que a senhora usaria um debate para tentar desqualificar uma colega advogada”, disse.

Depois, Daniela Borges teve também seu direito de resposta concedido, e defendeu que a eleição da ordem é uma oportunidade de observar propostas. Dessa forma, ela avaliou que a crítica feita foi “política”, para demonstrar a natureza de projetos e ideias.

“É importante não levar para o lado pessoal. De fato, o nervosismo atrapalha. As pessoas podem levar para o lado pessoal mas estamos aqui para em um momento muito sério para discutir propostas. É importante que a gente possa fazer críticas”, defendeu.

Borges perguntou, no início do bloco, a Ana Patrícia sobre uma ação proposta pela segunda com o objetivo de provocar a retomada dos atendimentos presenciais aos advogados pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A atual vice-presidente da OAB, afastada de suas funções políticas, avaliou que o questionamento era dúbio e infundado.

Ela respondeu a concorrente dizendo que a ação, proposta no último dia 3, havia sido admitida – ao contrário do que Daniela sugeriu.

“Causa estranhamento que a senhora, uma conselheira federal, comemore um despacho covarde de um magistrado que não quis assumir suas responsabilidades ou deferir a liminar que determinava a abertura dos fóruns ou indeferir aceitando as consequências da opinião pública”, respondeu.

Borges disse, na tréplica, que a resposta de Ana Patrícia revela “despreparo”, já que uma ação deste tipo depende da comprovação dos fatos alegados. “O que a candidata na verdade fez, no primeiro momento, foi uma ação de marketing. No segundo momento, uma fake news. Enquanto a candidata faz fake news, nós temos propostas reais”, acusou.

Assista ao debate através do canal no YouTube da Rádio Sociedade.

Foto: Divulgação
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