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Carlos Bolsonaro é identificado pela PF como articulador em esquema criminoso de fake news, diz jornal


A Polícia Federal identificou o vereador pelo Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, como um dos articuladores de um esquema criminoso de distribuição de fake news, em uma investigação sigilosa conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, nos últimos meses, Bolsonaro cobrou informações da investigação ao agora ex-diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, que teria resistido ao assédio do presidente. Bolsonaro então teria pressionado Valeixo porque tinha conhecimento de que a corporação havia chegado ao seu filho, Carlos Bolsonaro. 

O inquérito foi aberto em março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, para apurar a produção de notícias falsas usadas que ameaçavam e caluniavam ministros do tribunal. Carlos Bolsonaro é tido como suspeito de ser um dos líderes de um grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. Eduardo Bolsonaro, irmão de Carlos, também é investigado.

O mesmo grupo de delegados do inquérito das fake news também investiga protestos pró-golpe militar. As investigações foram abertas na última terça-feira (22). A suspeita do STF é de que empresários que financiaram o esquema de notícias falsas também tenham patrocinado as manifestações.

Foto: Câmara Municipal do Rio de Janeiro

    
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