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Casa da Mulher Brasileira será implantada em Salvador

A Casa da Mulher Brasileira, centro que acolherá diversos serviços de atenção à mulher vítima de violência em Salvador, começou a nascer nesta quarta-feira (1º), após a cessão de terreno firmada entre a Prefeitura e a Secretaria do Patrimônio da União (SPU). A cerimônia foi realizada durante a inauguração da Unidade de Acolhimento Adulto (UAA), no Largo de Roma, com as presenças do prefeito Bruno Reis; da vice-prefeita e secretária de Governo (Segov), Ana Paula Matos; da secretária de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Fernanda Lordêlo; e do superintendente da SPU na Bahia, Antonio Eduardo Abreu.

O terreno cedido pela SPU está situado ao lado do Hospital Sarah, na Avenida Tancredo Neves. O próximo passo é a abertura de licitação, e o início das obras deve ocorrer logo no começo de 2022. Serão investidos R$15 milhões, sendo R$10 milhões de recursos federais e o restante de recursos municipais. A Casa da Mulher Brasileira será administrada pela SPMJ.

“Este equipamento prestará apoio à mulher em diversas áreas, com atendimentos junto à Defensoria Pública, Ministério Público, auxílio no combate às violências doméstica, sexual e a todo o espectro de agressões que podem afligir às mulheres soteropolitanas”, destaca o prefeito Bruno Reis.

Casa da Mulher – Na unidade será possível ter acesso, por exemplo, a serviços de acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia especializada, Promotoria de Justiça especializada, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Juizado de Violência Doméstica, alojamento de passagem, brinquedoteca, central de transporte e ações de autonomia econômica.

Na Casa da Mulher Brasileira o público feminino também será incentivado a participar de cursos para alcançar a autonomia financeira, como forma de dar apoio à independência econômica às mulheres, uma vez que muitas delas dependem financeiramente do agressor.

Atualmente, a rede da SPMJ já conta com o Centro de Referência de Atenção à Mulher Loreta Valadares (CRLV), nos Barris; o Centro de Referência Especializado de Atendimento à Mulher Arlette Magalhães (Cream), em Fazenda Grande II; e o Centro de Atendimento à Mulher Soteropolitana Irmã Dulce (Camsid), na Ribeira.

Foto: Betto Jr./Secom

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