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Chilenos decidem por plebiscito a criação de nova Constituição

Os chilenos foram às urnas neste domingo (25), para decidir – em plebiscito – sobre uma nova Constituição no Chile. De acordo com os resultados parciais divulgados pelo serviço eleitoral do país, 78% dos chilenos votaram a favor da promulgação de uma nova Constituição, contra 22% que desejam a manutenção da atual carta magna, criada nos anos 1980 no regime de Augusto Pinochet.

A participação dos chilenos foi bastante alta na votação, apesar de não ter sido obrigatória. Mais de 6 milhões de pessoas compareceram às urnas, o que representa metade da população em condições de votar.

Os cidadãos receberam duas cédulas. Uma para aprovar ou desaprovar a criação de uma nova Carta Constitucional, e a outra para decidir se o modelo da assembleia constituinte seria “constitucional mista”, formada por representantes do povo e do parlamento, ou “convenção constitucional”, que contaria apenas com a participação popular. A segunda opção ganhou com quase 80% dos votos.

Foi decidido, também, que a assembleia que redigirá o texto da nova Constitucional será formada por metade dos integrantes homens, e outra metade de mulheres. A eleição dos representantes da Comissão Constitucional acontecerá em abril de 2021. A assembleia terá um prazo de nove meses, prorrogável por mais três, para escrever o novo texto. Concluída a proposta, ela será votada pela população, em votação obrigatória.

Foto: Reprodução

    
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