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Cobrança excessiva de documentos impede vacinação de mais de 40 crianças em Salvador

A Defensoria Pública da Bahia (DPE/BA) e a Defensoria Pública da União solicitam novos esclarecimentos da prefeitura e Secretaria Municipal de Saúde de Salvador (SMS) devido as exigências inadequadas para a vacinação de crianças contra a Covid-19. 

Apesar da ampla divulgação sobre da dispensa de autorização por escrito dos pais, as instituições receberam denúncia de que, no último dia 29, pouco mais de 40 crianças não puderam ser vacinadas no Centro de Saúde Mental Reabilitação Rubim de Pinho, no Bonfim, por não apresentarem a tal autorização, que consiste na cobrança da cópia de documentos de identificação com foto da criança e dos pais, assim como o formulário preenchido e assinado com cópia.

A Defensoria enviou um documento aos órgãos municipais na terça-feira (1º) no qual destaca que, conforme recomendação do Ministério Público, a exigência do formulário foi suspensa. 

Em resposta ao questionamento da burocratização para o acesso à vacina, a SMS informou que a orientação para os funcionários que trabalham com a imunização de crianças de 05 a 11 anos era de fazerem registro fotográfico dos documentos apresentados pelos pais e responsáveis.

Foto: Divulgação

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