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Covaxin: Técnico de importação diz que apontou erros no invoice, mas nada foi feito

A CPI da Covid está ouvindo o técnico da divisão de importação do Ministério da Saúde, William Amorim Santana, que é questionado sobre o contrato da União com a farmacêutica indiana Bharat Biotech, representada pela Precisa Medicamentos no Brasil, para a aquisição de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, negociação que foi denunciada por irregularidades.

Logo no começo do depoimento, Amorim contou que fez seguidas solicitações de alterações de erros encontrados nas invoices (fatura emitida pelo profissional que prestou os serviços para uma empresa) enviadas pela Precisa ao Ministério, mas a empresa deixou de corrigir os erros, como a forma de pagamento antecipada e a presença da empresa Madison Biotech, aspectos que não estavam presentes no contrato original. 

William teve seu nome citado na CPI durante o depoimento da fiscal de contratos do Ministério da Saúde, Regina Célia. Durante questionamentos à servidora, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) identificou o técnico como o responsável por notificar a Precisa sobre irregularidades nas faturas.

Os senadores aprovaram o convite a William, que depõe na condição de testemunha, e esperam obter detalhes das negociações entre o governo federal e a Bharat Biotech. O servidor é subordinado ao chefe da divisão de importação do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, irmão do deputado Luis Miranda (DEM-DF), os primeiros denunciantes das irregularidades na negociação pela Covaxin.

Foto: Pedro França/Agência Senado

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