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Evento-teste em Salvador: “Precisamos entender o impacto da vacinação”, diz secretário.

Motivo de grande polêmica, a confirmação do primeiro evento-teste, visando o retorno das atividades no setor do entretenimento em Salvador, anunciada pela prefeitura municipal nesta semana foi defendida pelo secretário de Saúde da capital, Léo Prates.

Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Rádio Sociedade, na manhã desta quinta-feira (8), o gestor avaliou como positiva a realização da cerimônia, como forma de avaliar o desempenho da vacinação na cidade.

“Este protocolo será utilizado não só pelo setor público, mas também pelas instituições privadas. Nós precisamos entender quais são os impactos da vacinação e quais são as situações de controles que poderão ser adotadas para proteger as pessoas. Teremos que discutir todos os protocolos. A ideia é discutir com especialistas para fazer o mais seguro possível. Ninguém vai fazer nada em sangria desatada”, explica.  

Confirmado para o dia 29 de julho, no Centro de Convenções, no bairro da Boca do Rio, a festividade deve receber 500 pessoas já vacinadas, com pelo menos a 1° dose contra o novo coronavírus. Ainda conforme o gestor, os estudos acerca do tema fazem parte do projeto para que Salvador seja a primeira cidade a retomar de maneira oficial os eventos no país. 

Doses vencidas 

Outro tema explicado por Prates, a divulgação da notícia sobre a vacinação de baianos com lotes da Astrazeneca foi esclarecida pelo secretário. Segundo ele, a dúvida nunca existiu para os membros da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

“Fizemos uma auditoria apenas para investigar um possível erro humano, porque a informação divulgada foi sobre a distribuição de 824 doses em um universo de 1 milhão e 150 mil pessoas. Isso foi repassado e passado várias vezes e não encontramos nenhuma irregularidade”, garante.

Aplicação de doses para moradores de outra cidade

Afirmando o descontentamento com o Ministério da Saúde em relação a distribuição de doses para o estado, o gestor também explicou sobre a vacinação entre moradores de outras cidades na capital baiana. Segundo o diretor, foram colocados pontos de vacinação específicos para a aplicação de doses em pessoas que se vacinaram fora de Salvador e estão no município. Porém, é necessário um cuidado com o fluxo migratório para não faltar vacinas para os soteropolitanos.

Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil 

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