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Governo barra proposta de criar parcelas extras do seguro-desemprego

Com 12 votos contra e seis favoráveis, a proposta para pagar parcelas extras do seguro-desemprego aos trabalhadores foi barrada pelo governo federal. Essa medida atenderia seis milhões de pessoas e teria um impacto de R$ 16,1 bilhões nas contas públicas.

O Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), órgão que analisa regras sobre o seguro-desemprego, tem seis representantes do governo, seis dos trabalhadores e mais seis dos empresários. Em junho, os representantes dos trabalhadores apresentaram ao conselho uma sugestão para ampliar o período em que uma pessoa demitida sem justa causa teria direito ao benefício.

Seriam criadas duas parcelas adicionais para quem teve o contrato rescindido entre 20 de março e 31 de dezembro. O governo se manifestou contra o projeto. Atualmente, é possível receber de três a cinco parcelas do benefício, o valor depende do período em que esteve formalmente trabalhando e de quantas vezes já solicitou o seguro.

Foto: Agência Brasil

    
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