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Largo da Lapinha fica lotado nesse 2 de julho; comemorações estavam suspensas por conta da pandemia

Depois de dois anos sem as tradicionais comemorações da Independência da Bahia, soteropolitanos voltam a lotar Largo da Lapinha, em Salvador, para o tradicional cortejo cívico do 2 de julho, que sai em direção à Praça Thomé de Souza.

Talvez desconhecida em outras regiões do país, a data é simbólica para os baianos, que comemoram a expulsão das tropas portuguesas e a independência do Estado, ocorrida no mesmo dia de 1823, após um ano e cinco meses de uma guerra sangrenta, que envolveu de 10 a 15 mil soldados de cada lado e causou mais de duas mil mortes em batalha.

Diferente do 7 de setembro, data que é comemorada a Independência do Brasil, e tem um foco mais militar, o Dois de Julho têm maior participação popular, com desfiles pelas ruas e festas nas casas de Salvador, que duram o dia todo.

O Cortejo Cívico já saiu do largo da Lapinha em direção a Praça Tomé de Souza, com as tradicionais bandas de Fanfarra, percussão e o grupos folclóricos, em alusão a figuras históricas que representam a mistura de culturas e raças do Brasil e foram de extrema importância na guerra pela independência.