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Maia defende manutenção do teto de gastos até fevereiro de 2021 e critica tentativa de novos impostos

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu hoje (30) a manutenção do teto de gastos até fevereiro de 2021. Para ele, no momento de pós-pandemia haverá uma “brutal pressão para desfazer o teto de gastos” e viabilizar propostas como a renda básica permanente e a desoneração da folha de pagamento.

Em videoconferência com empresários do setor industrial promovido pelo jornal Folha de S. Paulo, Maia classificou de “jeitinho” a criação de um novo imposto para bancar a desoneração das folhas de pagamento das empresas. “A Câmara dos deputados não vai votar nenhuma flexibilização do teto de gastos até 1º de fevereiro”, disse.

Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou a primeira fase da proposta de reforma tributária do governo a Maia e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que trata da unificação do PIS e Cofins. Apesar de elogiar a iniciativa, o presidente da Câmara voltou a dizer que é “radicalmente contra” a criação de novos impostos para compensar a perda de arrecadação com a desoneração da folha de pagamentos.

    
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