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Miranda chega a CPI da Covid com colete a prova de balas e diz: “Bolsonaro ainda vai pedir perdão pra mim”

O deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), o depoente desta sexta-feira (25) da CPI da Covid, chegou ao Senado vestido com um colete a prova de balas. Ele e o seu irmão, que é servidor do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda, foram responsáveis por denunciar irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.

Cercado por jornalistas, Miranda afirmou que “Bolsonaro ainda vai pedir perdão para mim. Eu tenho certeza. Ele vai perceber que a equipe dele foi muito injusta”. A fala do deputado foi referente ao fato de, segundo ele, ter reportado ao presidente a suposta corrupção. De acordo com o político, contudo, nada foi feito.

Nesta sexta, Bolsonaro afirmou que mandará a Polícia Federal abrir um inquérito contra Miranda.

A compra de 20 milhões de doses da vacina indiana foi negociada a um preço muito maior que a dos outros imunizantes, chegando a ser quatro vezes mais cara que a AstraZeneca. Além disso, existem indícios de que o contrato, fechado no valor de R$ 1,6 bilhão, teria sido assinado, por intermediação da empresa Precisa Medicamentos, a um preço 1.000% mais alto que o proposto inicialmente.

Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

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