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Moradores de Paripe denunciam buraco de mais de 3 anos e acusam Embasa de descaso

Os moradores que trafegam pela Rua Eduardo Dotto, no Subúrbio Ferroviário de Salvador precisam transitar com um pouco dificuldade pelo local em virtude de um buraco na via principal que já dura três anos.

Na última quinta-feira (14), os populares chegaram a fazer um ‘bolo de aniversário’ com imagens do governador Rui Costa e do prefeito Bruno Reis e os nomes da Embasa, Governo do Estado e Prefeitura de Salvador em forma de protesto. As imagens viralizaram nas redes sociais.

Foto: Reprodução Redes Sociais

Nos comentários da publicação, os internautas criticaram os órgãos públicos e chegaram a ‘parabenizar’ o bairro pelos três do buraco e da obra inacabada na localidade.

O perfil oficial da prefeitura chegou a se posicionar no post e rebateu às acusações dizendo que a obra é de responsabilidade da Embasa.

“Essa obra é uma responsabilidade da Embasa, empresa que deve ser regulado pelo governo do estado. É necessário continuar cobrando os responsáveis reais dessa obra. Vamos seguir fazendo a parte da Prefeitura e acionando as medidas cabíveis”, garantiu.

De acordo com Luciano Santos, morador do bairro, o buraco causa muito transtorno à população de Paripe e provoca diários engarrafamentos na região.

“A gente fica com a locomoção difícil e este buraco além deste mal cheiro terrível, cheio de mosquito […] Eles resolveram agora esta semana esta vir fechar isso aí, dizendo que estava esperando uma peça chegar não sei de onde engraçado, chega carro novo, chega tudo novo, mas a peça da Embasa nunca chega. Resolveram vir fazer esta obra esta semana, vamos esperar se vai ser concluído mesmo”, contou.

A Embasa também respondeu à postagem do Portal de Notícias do bairro e uma nova licitação para a obra de reparo da tubulação seria lançada nos próximos dias.

“Nas licitações anteriores, não foi possível contratar uma empresa com capacidade para realizar esse serviço, que é de grande complexidade, já que se trata de uma tubulação de esgoto de grande porte, a seis metros de profundidade, o que exige uma empresa especializada. Na tentativa de amenizar os transtornos, a Embasa vem adotando medidas como a redução da altura dos tapumes de proteção e reforço na sinalização e iluminação do local”, concluiu.

Foto: Cris Cambuí | Rádio Sociedade


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