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“Não é descartada a paralisação”, afirma presidente do Sindicato dos Rodoviários

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Fábio Primo, afirmou, em entrevista ao programa Sociedade Urgente, da Rádio Sociedade, na manhã desta quinta-feira (1º), que a possibilidade de mais uma paralisação dos trabalhadores não está descartada.

Devido à falta de pagamento de horas extras, uma manifestação estava marcada para acontecer nas primeiras horas desta quinta, porém, após uma conversa com o secretário municipal de gestão, Thiago Martins Dantas, com o secretário de mobilidade, Fabrizzio Muller Martinez, e com o prefeito de Salvador Bruno Reis (DEM), ficou garantido que a gestão daria uma resposta sobre o assunto até as 10h de hoje.

De acordo com Primo, o vereador Hélio Ferreira enviou um projeto de lei para a Câmara para tentar regularizar o salário dos trabalhadores já que atualmente eles estão sob o Regime Especial de Direito Administrativo (Reda). “O salário deles não é aumentado junto com o dos demais trabalhadores da plataforma”, pontuou.

“O valor dos tickets dos trabalhadores que prestam serviço para a prefeitura no regime Reda é abaixo em comparação com o da nossa categoria, e quando acabou a intervenção ficou acordado com o prefeito que esse ticket seria equiparado ao valor dos trabalhadores do nosso setor. Isso ainda não foi feito, mas agora eu acredito que avança. O prefeito ficou de ajudar com esse projeto de lei. E, com isso, corrigir o salário dos trabalhadores que hoje estão prestando serviço à prefeitura pelo regime Reda”, explicou Fábio Primo.

O presidente acredita que entre esta quinta e sexta-feira (2) a situação seja corrigida. “Os trabalhadores estão sufocando a gente do sindicato que se caso isso não aconteça, infelizmente, na semana que vem, haverá uma nova manifestação, atrasando a saída dos ônibus até as 8h da manhã”.

“A gente entende o momento difícil que a cidade está passando, é um problema econômico muito grande, mas ninguém tem a crise que o trabalhador tem hoje. O problema do trabalhador é bem maior do que o da prefeitura”, ressaltou.

“Não é descartada a paralisação. A gente espera que não precise. O que a gente deseja, de fato, é regularizar a situação”, completou.

Funcionários desligados

Sobre os funcionários da CSN que foram desligados e não receberam os seus direitos, Primo disse que falta a homologação por parte da justiça para que esses trabalhadores recebam.

“A gente chamou esses companheiros, conversamos com eles, pedimos a eles um prazo. Mas a gente não consegue suportar muito tempo segurando esses trabalhadores, até porque eles estão sem seus direitos”, finalizou.

Foto: Divulgação / Sindicato dos Rodoviários

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