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“Não é uma variante de desespero”, diz Queiroga sobre cepa descoberta na África do Sul

Salvador contou, nesta segunda-feira (29), com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o deputado federal licenciado pela Bahia e ministro da Cidadania, João Roma, que assinaram com a farmacêutica Pfizer para a aquisição de 100 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19 nos próximos três meses. O evento aconteceu no Hospital Martagão Gesteira, no Tororó. O novo acordo vai possibilitar a chegada de novas doses da vacina Comirnaty, que deverão ser entregues no decorrer de 2022.

Durante o evento, o ministro da Saúde foi questionado sobre a variante da Covid-19 descoberta na África do Sul, a ômicron, que já se espalhou por todos os continentes do mundo.

Em tom calmo, Marcelo Queiroga afirmou que “pode surgir variante em qualquer lugar, inclusive aqui em Salvador” e que “é uma variante de preocupação, mas não de desespero”. Para justificar a frase, o chefe da pasta da Saúde afirmou que “temos um sistema de saúde capaz de dar as respostas no caso de uma variante ter uma letalidade um pouco maior”.

“Foram detectadas mutações [da ômicron], mas a ciência não deu todas as respostas (…) ninguém sabe ainda, o mundo ainda não sabe, mas não achamos que vai ser diferente das outras variantes e a principal resposta é a vacinação, então esse contrato assinado hoje com a farmacêutica Pfizer é a prova cabal da programação do Ministério da Saúde para enfrentar não só essa variante como as outras que já criaram tanto problema para nós”, explicou.

Carnaval

O ministro preferiu não opinar sobre o Carnaval. “Essa questão de Carnaval não é pauta do Ministério da Saúde, quem define essas questões são os prefeitos, eles que estão em contato com a população e conhecem a questão epidemiológica de seus municípios”, disse.

Auxílios

Queiroga foi questionado se haveria reforço em relação aos auxílios à população caso a nova variante assole o país. A resposta do ministro foi negativa. De acordo com ele, “[os benefícios sociais] não são concedidos em função de variantes do coronavírus, e sim, da necessidade do povo brasileiro”.

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

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