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“Não existe possibilidade mínima”, diz Fábio Primo sobre entrega de 1.000 novos ônibus até 2022

O transporte coletivo da capital baiana vai contar com 169 novos ônibus a partir do mês de outubro. O anúncio foi feito pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, na última sexta-feira (10).

De acordo com informações da Prefeitura do município, Salvador tem 199 veículos climatizados operando. Com a nova aquisição, a cidade vai passar a contar com uma frota de 368 ônibus com sistema de ar-condicionado. As linhas que receberão os novos veículos ainda serão definidas e anunciadas em breve

Nesta manhã (13), a Rádio Sociedade entrevistou o vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários, Fábio Primo para falar a entrega da nova frota, os impactos da mudança para a categoria e sobre a meta estipulada pela prefeitura.

No início de 2019 a prefeitura, Ministério Público e o sindicato da categoria assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que previa a entrega de 1.000 veículos equipados com ar-condicionado até 2022. A renovação dos veículos foi uma proposta da gestão do ex-prefeito, ACM Neto.

“Em 2020 por conta da crise dos transportes no país, não teve nenhum novo ônibus colocado. Nem com ar-condicionado, nem sem. Estes 169 ainda é muito pouco para o que a cidade precisa, tem que ter ônibus mais novos. A gente já ver circular os ônibus elétricos, é muito bem vindo, mas a gente precisa saber como vai ficar a questão dos ônibus que deveriam ser colocados pela CSN”, questionou.

Os novos veículos já se encontram na capital baiana, entretanto, ainda não estão à serviço da população por conta dos trâmites indispensáveis para iniciar a operação, a exemplo da instalação do validador de passagens e câmera de segurança.

Segundo Primo, a frota deve começar a circular na próxima sexta-feira (17), mas destaca que seria necessário pelo menos mais 500 ônibus para atender com conforto os soteropolitanos.

“A pandemia atrapalhou, mão vamos esconder isso, sabemos da crise que o transporte público vive, isso atrapalha, mas não existe na nossa visão de trabalhador, uma possibilidade mínima de em 2022 eles terem cumprido. Se eles seguirem o cronograma a partir de agora, eles conseguem realizar até 2023, mas precisa de muita boa vontade por parte dos empresários”, desabafou.

Foto: Divulgação


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