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“Não podemos ficar de braços cruzados”, diz deputado sobre pedágio da Via Bahia

Publicada no Diário Oficial da União (DOU), nesta quarta-feira (1°), pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a redução nos valores dos pedágios das BRs-116 e 324, tornou-se um dos assuntos mais comentados nesta semana.

Bastante comemorada pelos motoristas que trafegam pelas rodovias baianas, o corte aconteceu após a concessionária responsável pela manutenção do equipamento, a Via-Bahia, não cumprir obrigações previstas no seu contrato.

De acordo com o deputado estadual baiano, Carlos Geilson (PSDB), apesar da queda, ainda é preciso um maior posicionamento dos gestores baianos na causa. 

“Mesmo sendo uma concessão nacional, nós, como baianos, pessoas que utilizam das rodovias pedagiadas do estado, não podemos cruzar os braços. Temos que somar forças contra as condições precárias da Bahia”, afirmou, em entrevista à Rádio Sociedade, na manhã desta quinta-feira (2).

Iniciada nesta quinta-feira (2), a diminuição nos valores atinge sete municípios baianos, são eles: P1(Simões Filho), P2 (Amélia Rodrigues), que mudaram de R$ 2,90 e R$ 2,40, e os P3 (Santo Estevão), P4 (Milagres), P5 (Manoel Vitorino), P6 (Poções), P7 (Veredinha), que reduziram o seu valor de R$ 5,10 para R$4,30.

Ressaltando a fala do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que condenou o estado de conservação das estradas baianas, chamando a atribuindo a manutenção a pior concessão do país, Geilson afirmou que o grupo é protegido.

“A Via Bahia tem uma força muito grande. Quem anda, sabe perfeitamente. O ministro Tarcisio de Freitas) chegou a afirmar que é a pior concessão do país. Alguém protege a Via Bahia”, declarou. 

Atuante em Feira de Santana, centro-norte baiano, o gestor revelou que pretende entrar com um novo processo contra a concessionária, após a mesma não construir duas pistas que foram previstas.

“Oficiamos a Via-Bahia, queremos a cópia do contrato, porque, para quem não sabe, já era para ter uma quarta pista na entrada de Salvador, e a terceira, ali na entrada de Salvador, no destino Feira de Santana, que não foi cumprido. Queremos o contrato em mãos para acionar oficialmente a concessionária”, contou ao programa Sociedade Urgente. 

Foto: Divulgação

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