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“O primeiro emprego visa quebrar o ciclo vicioso”, avalia coordenador do projeto

Momento bastante aguardado pelos jovens que buscam a tão sonhada independência financeira, a conquista do primeiro emprego ainda é uma realidade distante para uma grande parcela de brasileiros.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020, a taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos foi de 29,8%, maior taxa anual registrada nos últimos oito anos.

Iniciativa do Governo Estadual, o Programa Primeiro Emprego (PPE), foi uma alternativa adotada para estimular a contratação de jovens sem experiência no mercado de trabalho.

Coordenador executivo de Acompanhamento de Políticas Sociais da Casa Civil da Bahia, o secretário Almerico Biondi, avalia que o projeto é uma via para acabar com o ”ciclo vicioso” na  busca por oportunidades.

“O nosso programa de emprego tenta quebrar um ciclo vicioso. Os jovens geralmente vão fazer um curso técnico e se cobra experiência, se ele não tem experiência, ele não consegue a vaga. O Programa Primeiro Emprego (PEE) tenta quebrar essa lógica”, explica

Direcionado a jovens de 18 e 25 anos, o programa, que já atingiu cerca de 13 mil pessoas desde o seu lançamento, também estimula a produção de projetos sustentáveis.

Conforme o gestor, “o grande ponto focal da iniciativa é a gestão cidadã, através do desenvolvimento de ações que beneficiem o atendimento do serviço público, como ações em escola, postos de saúde, delegacia”.

Além de eliminar o trabalho infantil, o projeto traz como um dos objetivos a capacitação profissional de jovens, visando a perspectiva de futuro entre o grupo, através de cursos técnicos de nível médio, com validade nacional.

Como participar?

De acordo com a organização do projeto, a seleção dos participantes do projeto é realizada pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), onde os alunos com as melhores notas são priorizados.

Os escolhidos são convocados por meios de telefones, e-mails, cartas enviadas pelos Correios, com aviso de recebimento e publicação no Diário Oficial do Estado da Bahia. Entre as oportunidades, estão as vagas de:

Estágio tradicional em órgão público (Seis meses a 1 anos)

Aprendizagem (Jovem Aprendiz) (1 a 2 anos)

Ocupação formal em espaço público (2 anos).

Foto: Paula Fróes/GOVBA

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