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Polícia Civil investiga suspeitos de montar esquema de pirâmide na Bahia

Uma quadrilha suspeita de montar um esquema de pirâmide financeira no Recife, no Rio de Janeiro e em Salvador está sendo alvo da operação “Summit”, deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (17). Segundo a corporação, a Justiça expediu contra os suspeitos 32 mandados de busca e apreensão e de bloqueio de ativos financeiros.

De acordo com a polícia, os crimes eram praticados por meio de um esquema “Ponzi”, que é um tipo de pirâmide financeira com maior aparência de investimento, já que as vítimas não têm obrigação de indicar outras pessoas para participarem da rede.

Esse tipo de esquema leva o nome do criminoso financeiro ítalo-americano Charles Ponzi, que na década de 1920 ganhou notoriedade por ser o autor de um grande esquema de fraude financeira.

A organização criminosa investigada pela operação tinha sede no Recife e no Rio de Janeiro, apontou a polícia e, em maio, o grupo financeiro “quebrou”. Os delitos investigados são os de estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem econômica, economia popular e contra o consumidor.

A Polícia Civil não divulgou o número de pessoas investigadas. Não foram expedidos mandados de prisão, mas sim de busca e apreensão, bloqueios de saldos de contas bancárias e cautelares para as juntas comerciais e cartórios de registro de imóveis de vários estados, para imobilizar o patrimônio dos investigados.

Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal da Capital. Ao todo, foram destacados para a operação 150 agentes da polícia, entre delegados, agentes e escrivães. O balanço com o número de mandados cumpridos ainda não foi divulgado pela Polícia Civil.

A investigação começou em janeiro deste ano, chefiada pelo delegado Carlos Couto, titular da Delegacia de Polícia da 5ª Circunscrição Policial, de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.

Também participam da operação o Banco Central, a Comissão de Valores Imobiliários, a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública e as polícias civis do Rio de Janeiro e da Bahia, bem como o Procon de Pernambuco.

Foto: Haeckel Dias / Ascom PC

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