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Presidente da Associação de Hotéis explica protocolos para hospedagem de infectados por Covid

O presidente da Associação Nacional de Hotéis, Luciano Lopes, falou sobre os protocolos que os hotéis precisam adotar para receber hóspedes com sintomas ou infectados pela Covd-19. De acordo com ele, o primeiro passo é o isolamento social.

Nesta sexta-feira (31), os passageiros infectados com coronavírus que estão no navio Costa Diadema, o qual está atracado no porto de Salvador desde a manhã de quinta-feira (30), podem sair do cruzeiro e serem levados para um hotel da capital baiana. No total, são 68 casos de Covid-19 no navio.

“O procedimento é muito prático. O primeiro passo é o isolamento social. Esses clientes ficam em um quarto isolado. Ele recebe suas refeições no quarto de forma higienizado, com materiais higienizados e descartáveis para evitar esse contato com os colaboradores”, explicou.

Segundo Luciano, de uma forma geral, “os hotéis possuem protocolos em relação a utilização de máscaras, álcool em gel, tem em todos, desde o check-in até os quartos, passando pelas áreas sociais. Tudo isso faz com que reduza esse contágio entre hóspedes e entre hóspedes e colaboradores”.

Luciano Lopes disse que “é difícil” o hotel se recusar a receber uma pessoa com sintomas. “Até porque não existe uma norma que exige cartão de vacinação para entrar em bares, restaurantes e hotéis”, pontuou.

Ele explicou ainda qual o procedimento é adotado quando um hóspede apresenta sintomas: “Quando a gente identifica uma pessoa que está com sintomas, procuramos conversar com o ela e o encaminhamos para uma unidade de saúde mais próxima e solicitamos que ele faça o exame. Já aconteceu alguns casos em relação a isso e o cliente foi encaminhado para o posto de saúde. Caso contrário, o que a gente faz é acionar o sistema de saúde para que compareça no hotel e faça uma verificação. Já houve casos como esse em alguns hotéis no ano passado, mas a situação foi contornada”.

No caso dos passageiros do navio, Luciano disse que, com certeza, as decisões vão ser tomadas em comum acordo com o hotel. “É muito pelo bom senso. Vai ser um acordo com os hotéis para receber esses hóspedes, até porque a gente precisa isolá-los para que se mantenha o máximo de segurança possível. Dificilmente chegará um grupo desse em um hotel antes de um acordo”, completou.

Foto: Divulgação

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