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Rui anuncia retorno das aulas semipresenciais a partir do dia 26 de julho; APLB é contra

O governador Rui Costa (PT) anunciou, na última terça-feira (13), durante o Papo Correria, que as aulas nas escolas da rede estadual de ensino da Bahia serão retomadas de forma semipresencial a partir do dia 26 de julho, em todas as regiões do estado. Além disso, as universidades estaduais, federais e privadas também estão autorizadas a retomar as atividades semipresenciais.

Segundo o gestor, as aulas nas escolas serão em dias alternados, com divisão das turmas pela metade e ações de respeito ao distanciamento social, como o espaçamento entre as carteiras escolares e também no transporte escolar, quando houver.

As universidades também seguirão o modelo híbrido, com divisão das turmas em 50% e aulas presenciais em dias alternados nas unidades de ensino.

“No dia 15 de março nós iniciamos as aulas remotas. E no próximo dia 26 será no modelo semipresencial. […] Metade [dos alunos] terá aulas segunda, quarta e sexta e a outra na terça, quinta e sábado”, explicou o governador.

Rui pontuou que as aulas 100% presenciais só serão possíveis no momento em que os números de casos de Covid-19 estiverem ainda mais baixos do que os que estão no momento.

“Vamos dividir as turmas por ordem alfabética. Vamos buscar garantir o distanciamento obrigatório, tanto nas turmas quanto no transporte escolar, quando houver. Sobre as universidades, a decisão final sobre o retorno das atividades semipresenciais deve ser tomada pelos conselhos universitários”, completou Rui.

APLB se posiciona contra

Conforme o presidente da Associação dos Professores Licenciados do Brasil seção-Bahia (APLB-BA), Rui Oliveira, o anúncio pegou a categoria de surpresa.

“Recebo essa informação de forma inoportuna, sem nenhuma consulta à categoria. Lamento que um gestor público compare as aberturas de shoppings, bares, ao ensino. É lamentável essa visão economicista”, explicou, em entrevista ao programa Sociedade Urgente, da Rádio Sociedade, na manhã desta quarta-feira (14).

Oliveira declarou ainda que a posição contra o retorno será reafirmada na próxima sexta-feira (16), além de solicitar uma documentação junto ao Ministério Público (MP-BA), criando uma responsabilidade civil e criminal para qualquer trabalhador que se contamine com a Covid-19.

Foto: Paula Fróes / GOVBA

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