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“Sempre tive ideia com essa proposta”, diz Olívia sobre criação da Ronda Maria da Penha

Reconhecido nacionalmente como um programa modelo bem sucedido, a Ronda Maria da Penha, foi pensada e implementada graças a debates e discussões promovidas por mulheres do Subúrbio Ferroviário de Salvador. Criada em março de 2015, o projeto contou com o apoio da então secretária de Políticas para as Mulheres, hoje deputada estadual, Olívia Santana (PCdoB), para sair do papel.

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (05), no programa Conexão Sociedade, da Rádio Sociedade de Bahia, Olívia explicou com se deu o diálogo de convencimento com o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa.

A Ronda Maria da Penha (RMP) prevê cooperação mútua entre os órgãos envolvidos para promover a capacitação de policiais militares que atuam a ronda, além da qualificação dos serviços de atendimento com apoio e orientação nas ocorrências policiais envolvendo mulheres vítimas de violência doméstica.

A Ronda, ainda, trabalha na prevenção e repressão de atos de violações de dignidade das mulheres, no enfrentamento à violência doméstica e familiar, na garantia do cumprimento das Medidas Protetivas de Urgência, na dissuasão e repressão ao descumprimento de ordem judicial e, por fim, no encaminhamento das mulheres à Rede de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica no âmbito municipal ou estadual.

Atualmente, a RMP conta com sua própria sede no Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), no bairro de Periperi, em Salvador. A Bahia conta com 14 unidades da Ronda, localizadas nos municípios de Salvador, Juazeiro, Paulo Afonso, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Jacobina, Itabuna, Senhor do Bonfim, Lauro de Freitas, Campo Formoso, Sobradinho, Itaparica, Guanambi e Barreiras.

    
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