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Sirenes de evacuação são acionadas em Salvador e famílias encaminhadas para abrigo

Na manhã desta quarta-feira (20) a Defesa Civil de Salvador (Codesal) acionou a sirene de alerta na comunidade do Bosque Real, localizada no bairro de Sete de Abril, após análise do risco de deslizamento de terra na região.

As famílias que moram na localidade foram orientadas a deixarem as suas casas e irem para uma escola no bairro do Novo Marotinho que está servindo de abrigo.

Desde o último sábado (16), quando as chuvas tiveram início na capital baiana, nove sirenes foram acionadas em oito bairros da cidade. De acordo com a Codesal, os avisos sonoros são ligados quando uma localidade acumula um volume de chuvas superior a 150 milímetros em apenas 72 horas.

Confira onde as sirenes já alarmaram:

  • Capelinha (região da Vila Picasso);
  • Lobato (localidade Voluntários da Pátria);
  • Bom Juá (próximo ao Calabetão);
  • São Caetano (Baixa do Cacau);
  • Alto da Terezinha (comunidade de Mamede);
  • Castelo Branco (região do Mamede);
  • Calabetão;
  • Sete de Abril, (localidade de Bosque Real).

Após o acionamento, as famílias devem se dirigir até uma escola municipal, que funciona como ponto de acolhimento. Lá, elas são registradas e recebem alimentação, itens de higiene e um local para dormir até que seja seguro voltar para a casa.

Segundo a Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre), desde o início das chuvas, 289 pessoas foram encaminhadas para quatro centros de acolhimento.

A Sempre abrigou 115 famílias na Escola Municipal Eufrosina Miranda, no bairro do Lobato; outras 88 foram abrigadas na Escola Municipal Coração de Jesus, também no Lobato; 25 desabrigados estão no Centro Municipal De Educação Infantil Mosa Berbert, no bairro da Capelinha; 61 estão na Escola Municipal Santa Terezinha.

A Defesa Civil registrou 59 ocorrências em razão da chuva apenas nas primeiras horas desta quarta-feira (20). Desde o último sábado (15), quando as chuvas tiveram início na capital, o órgão recebeu quase 800 solicitações.

Foram contabilizadas pelo órgão, 11 ameaças de desabamento, sendo quatro na região do subúrbio ferroviário; uma ameaça de desabamento de muro; três ameaças de deslizamento de terra; uma ameaça de queda de árvore; três árvores caídas; uma avaliação de área; 13 avaliações de imóvel alagado; quatro desabamentos de muro; três desabamentos parciais; sete deslizamentos de terra; uma queda de galho de árvore; cinco infiltrações; uma orientação técnica.

Foto: Reprodução / Codesal

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