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Suspeita de envolvimento com quadrilha que pratica roubos, delegada é afastada do cargo

A delegada da Polícia Civil e ex-diretora do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio, Maria Selma Pereira Lima, foi afastada do cargo por um ano ao ser investigada por suspeita de envolvimento com uma quadrilha responsável por roubar e clonar carros na Bahia. A “Operação Dublê” ocorreu na manhã desta quarta-feira (7), cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão em Salvador e São Paulo, resultando na captura de um homem apontado como o chefe do grupo criminoso.

Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), que atuou na operação, a delegada usava sua influência para garantir a impunidade dos membros da organização criminosa, além de facilitar a execução dos crimes.

A acusada já havia sido afastada por 90 dias pela corregedoria da Polícia Civil após a instauração de um Processo Administrativa Disciplinar (PAD), que prorrogou sua punição para mais 90 dias.

Segundo o órgão, ela chegou a forjar documentos e colocar uma pessoa ligada ao grupo, acompanhando agentes nas operações como se também fosse policial, inclusive portando armas de fogo.

Além do afastamento, a 1ª Vara Especializada em Crimes Contra a Administração Pública da comarca de Salvador definiu que a delegada seja proibida de acessar as dependências e aos sistemas da Polícia Civil, de se comunicar com outros agentes de segurança e utilizar os serviços da Secretaria de Segurança Pública.

Armas de fogo, veículos com documentos adulterados, placas, módulos de veículos, diversos materiais para fraudar e adulterar veículos e documentos foram apreendidos durante a operação, que ainda está em andamento. Os agentes também apreenderam dispositivos conhecidos como “jammers”, usados para bloquear sinal de GPS, celular e rastreamento de veículos.

Participaram da operação o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MP-BA, o Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (GEOSP), a Polícia Rodoviária Federal e a Corregedoria da Polícia Civil (Correpol).

Os trabalhos contaram também com agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Ministério Público da Bahia (MP-BA), do Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (GEOSP) e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

Foto: Divulgação/PRF

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