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Tereza Paim se revolta com decisão da Saúde e exige que Anvisa se manifeste

A secretária interina de Saúde da Bahia, Tereza Paim, se revoltou com a decisão do Ministério da Saúde de tirar adolescentes com idade entre 12 a 17 anos sem comorbidade na lista de vacinação. Por meio de vídeo, a atual titular da pasta declarou que a determinação “vem de encontro a um planejamento que vinha sendo executado” no estado. É importante lembrar que a vacinação desse grupo não havia sido permitida, já que não há comprovação científica de que os imunizantes são eficazes para ele. O Ministério, por meio de nota informativa, afirmou que apenas jovens, da mesma faixa etária, com comorbidades e deficiência permanente, devem ser imunizados por enquanto.

A nota ainda informa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) também não recomenda a vacinação dos jovens sem comorbidade. “Fica aqui então meu esclarecimento para a população. Vários países já vacinaram essa população, alguns já avançaram para crianças menores de 12 anos, com segurança e evidência científica”, diz.

“Gostaria ainda de ressaltar que nos manifestamos através do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) para exigir da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) uma manifestação imediata diante desse panorama. (…) Nós esperamos que até o final da tarde tenhamos posicionamento da Anvisa, do Ministério da Saúde e amanhã nos teremos CIB (Comissão Intergestores Bipartite) de vacinas com personagens, médicos e cientistas da sociedade de infectologia, se posicionando e nos orientando para tomadas de decisão”, completou.

O secretário municipal de Saúde de Salvador, Leo Prates, também mostrou insatisfação, mas nesse caso, pelo fato da vacina Coronavac não ser aprovada pela Anvisa para crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. Para o secretário, o uso do imunizante seria essencial neste momento, já que jovens sem comorbidade já não estão mais na lista de vacinação.

“Apenas uma pergunta a ANVISA: Como o Chile tem informações para autorizar o uso da Coronavac em crianças e o Brasil não? E, segundo a imprensa internacional, com sucesso! Não precisaríamos parar a vacinação se tivéssemos com a Coronavac aprovada”, publico Prates nas redes sociais.

Foto: Reprodução/Instagra

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