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Tribunal Desportivo pune Paulo Carneiro com multa de R$ 5 mil e suspensão de 15 dias

O presidente do Vitória, Paulo Carneiro, foi punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol da Bahia (TJDF-BA) com uma suspenção de 15 dias e multa de R$ 5 mil. O dirigente rubro negro foi indiciado no artigo 243-F do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por ter ofendido o árbitro Emérson Ricardo Pereira, após o jogo entre Vitória e Juazeirense, que terminou empatado em 2 a 2, no dia 29 de janeiro, no Barradão, em partida válida pelo Campeonato Baiano.

O Diretor Jurídico do Clube, Dilson Pereira, informou que – apesar de caber recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva – STJD, o clube não vai recorrer da decisão. A estratégia da assessoria jurídica é evitar uma possível suspensão do cartola quando o campeonato já estiver em andamento.  

“Avaliando a situação e considerando o tempo que falta para a conclusão do Campeonato Baiano, tendo em vista que essa situação [punição de 15 dias de suspensão] poderia não ser revertida no STJD, e com isso a gente poderia ter a suspensão do Presidente [Paulo Carneiro] no curso do campeonato Brasileiro da Série B. Sendo assim, entendemos que o melhor, neste momento, é o clube não recorrer da decisão”, afirmou o Diretor Jurídico do Esporte Clube Vitória, Dilson Pereira.

A denuncia se deu após o dirigente do Vitória ter utilizado as redes sociais para insultar o arbitro Emerson Ricardo, que atuou na partida entre Vitória e Juazeirense, válida pela 3ª do Baianão 2020.

“Eu estou vendo que as arbitragens da Bahia estão num nível muito baixo. Esse árbitro boçal que apitou aqui marcou um pênalti absolutamente inexistente. É só olhar na TV. Kanu nem é tocado, e ele deixa de marcar um pênalti a nosso favor, num chute de Edson, que bate na mão do goleiro, e ele não marca o pênalti. Fora a mão do zagueiro, que ele tinha que ter expulsado. Eu quero alertar esses árbitros que eles vão ter todas as condições de apitar aqui no Barradão. Mas, se continuar roubando, as condições vão desaparecer. É bom tomar vergonha na cara”, afirmou Paulo Carneiro em tom incisivo em áudio que circulou nas redes sociais.

Foto: Divulgação/ECV

    
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