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Vencedor do Oscar 2020, Bong Hoo Jo é fã de Glauber Rocha

Com quatro prêmios no Oscar 2020, o filme ‘Parasita’ do diretor sul-coreano Bong Joo Hom fez história na indústria cinematográfica. Pela primeira vez, a Academia premiou um filme não falado em inglês para a categoria de Melhor Filme.

Concorrendo com grandes nomes como Tarantino e Scorsese, o diretor agradeceu bastante a influência de ambos na sua carreira. “Quando as pessoas nos Estados Unidos não estavam familiarizadas com meus filmes, Quentin sempre destacou meus longas em suas listas”, afirmou.

“Quando estava na escola, estudei os filmes de Martin Scorsesee já foi uma honra estar indicado junto dele – o que dizer depois de vencê-lo?”, disse.

Com “Parasita” marcado como uma das grandes produções cinematográficas da década, Bong comentou sobre a forte influência que o cinema latino-americano tem sobre o seu trabalho. Segundo o diretor, o filme ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’, do diretor baiano Glauber Rocha, 1964, é uma delas.

“Sempre que posso, confiro o que estão fazendo os novos diretores chilenos, peruanos, argentinos, brasileiros. Porém, de todos eles, ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’, de Glauber Rocha, foi o filme que jamais saiu de minha cabeça. É impressionante, ainda hoje fico de boca aberta ao rever aquela maravilha”, comentou.

O cineasta Martin Scorsese nunca escondeu sua paixão pela arte de Glauber Rocha. Em 1991, o diretor chegou a adquirir os direitos para recuperação e produção de cópias da trilogia ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’, ‘Terra em Transe’ e ‘O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro’ que passou a integrar sua cinemateca particular.

Foto: Reprodução

    
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