
A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Máscara de Janos após o avanço das investigações sobre um suposto esquema de manipulação de licitações e contratos públicos em Rondônia. A nova etapa da ação tem como foco o aprofundamento das apurações e o desmantelamento de práticas que teriam causado prejuízos aos cofres públicos.
De acordo com os investigadores, o grupo atuava de forma estruturada para fraudar concorrências, inflar valores de contratos administrativos e obter acesso indevido a informações sigilosas dentro do próprio poder público. A engrenagem criminosa envolvia estratégias para direcionar resultados e garantir vantagens ilícitas nas disputas.
As apurações tiveram início a partir de um trabalho conjunto entre a Polícia Federal e o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, durante atividades de fiscalização. As investigações indicam ainda que empresas registradas em nomes diferentes, mas pertencentes a um mesmo grupo econômico, participavam dos certames de forma coordenada para simular concorrência e facilitar as fraudes.