Apontado como uma das lideranças mais antigas e violentas do tráfico no Rio de Janeiro, Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como “Jiló dos Prazeres”, morreu durante uma operação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Aos 55 anos, ele era identificado como chefe do Comando Vermelho no Morro dos Prazeres e acumulava uma longa trajetória no crime. Segundo o comandante-geral da corporação, Marcelo de Menezes Nogueira, o traficante era considerado uma liderança “sanguinária”, com atuação marcada pela violência em áreas do Centro e da Zona Sul da capital fluminense.
Com cerca de 135 registros criminais, Jiló respondia por crimes como homicídio, sequestro, cárcere privado e tráfico de drogas. Sua atuação no mundo do crime remontava à década de 1990, período desde o qual passou a figurar em investigações policiais. Contra ele, havia ainda oito mandados de prisão em aberto, o que reforçava sua posição como um dos criminosos mais procurados e influentes dentro da facção.