O esporte brasileiro perdeu, nesta sexta-feira (17), o maior ídolo do basquete nacional. Oscar Schmidt morreu aos 68 anos de idade, em Santana de Parnaíba, São Paulo. O ex-jogador, que eternizou a camisa 14, sentiu-se mal e foi levado ao Hospital Municipal Santa Ana, mas não resistiu. Ele deixa uma esposa e dois filhos. Oscar lutava contra as sequelas de um câncer no cérebro diagnosticado em 2011 e já estava com a saúde debilitada.
Dono de uma carreira lendária, o “Mão Santa” é o único atleta da história do esporte a superar os 1.000 pontos em Jogos Olímpicos, tendo disputado cinco edições consecutivas. Suas conquistas incluem o ouro no Pan-Americano de Indianápolis e o bronze no Mundial de 1978. O impacto global de Oscar foi tão grande que ele integra o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (Fiba) e o da NBA.
Até o momento, a família não divulgou informações sobre o velório e o sepultamento do ícone, que recentemente foi homenageado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Oscar Schmidt deixa um legado inigualável como um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos. Sua genialidade e dedicação à seleção brasileira seguem como inspiração para futuras gerações de atletas.