A derrota do Vitória por 3 a 1 para o Athletico Paranaense, neste domingo (26), na Arena da Baixada, em Curitiba, terminou em forte revolta nos bastidores. Antes mesmo da coletiva do técnico Jair Ventura, o presidente rubro-negro, Fábio Mota, subiu o tom e fez duras críticas à arbitragem.
Visivelmente irritado, o dirigente mirou o comando da arbitragem nacional e cobrou respeito ao clube baiano. As críticas foram direcionadas ao chefe da comissão da Confederação Brasileira de Futebol, Rodrigo Cintra. “Respeitem o Vitória. É um absurdo o que a arbitragem está fazendo”, disparou, em tom contundente.
O clube contesta três lances considerados decisivos, envolvendo o árbitro Bruno Arleu de Araújo e o responsável pelo VAR, Rodrigo Nunes de Sá. Entre as reclamações estão a não expulsão de um adversário após suposta agressão ao volante Zé Vitor, a marcação de um pênalti vista como inexistente e uma entrada dura sobre o atacante Renê que não resultou em cartão vermelho.
Segundo Fábio Mota, os episódios influenciaram diretamente no resultado da partida. O presidente ainda desafiou a revisão de jogos recentes contra equipes como Remo, Chapecoense e Mirassol, e cobrou mudanças estruturais. Em nota oficial, o Vitória informou que irá formalizar, pelo segundo jogo consecutivo, uma representação junto à comissão de arbitragem da CBF.