O FBI divulgou aviso envolvendo ações virtuais atribuídas a grupos ligados ao Irã. Segundos autoridades, criminosos utilizam o Telegram como ferramenta para monitoramento ilegal de comunicadores e figuras públicas.
A estratégia começa com contatos falsos, simulando suporte técnico ou conhecidos, induzindo instalação de programas maliciosos. Após acesso liberado, invasores conseguem controlar dispositivos, capturar arquivos, registrar telas, além de acompanhar chamadas realizadas em plataformas digitais.
Investigações apontam ligação com o Ministério de Inteligência e Segurança do Irã, órgão citado em operações semelhantes. Especialistas reforçam atenção redobrada diante de mensagens suspeitas, evitando downloads desconhecidos e reforçando práticas básicas de proteção online.